20.5.10
O poder da imaginação.
Há certos espécimens que me despertam a mente. Olho para eles e imagino-lhes os braços à minha volta e as minhas pernas à volta deles. Imagino-lhes as mãos entrelaçadas nas minhas e vejo os meus dedos por entre os cabelos e as mãos nas minhas ancas. Se o gajo me fizer pensar nisto só de olhar para ele, sou capaz de cagar em tudo o resto e pensar só em como será o gajo na cama. É estranho eu sei, mas é automático. O que me faz querer descobrir é tão aleatório como a largura dos ombros, o tamanho das mãos ou a forma como lhe assenta a camisa. Pode ser só o olhar ou a maneira como sorri. Pode ser a anca ou a forma como coloca as pernas quando se senta. Tudo merdas isoladas que de alguma forma me despertam o instinto. É estúpido, também sei, deveriam ser as coisas gentis que eventualmente possa dizer, ou as delicadezas que eventualmente possa demonstrar, ou até os elogios que fazem derreter a maioria das mulheres. Comigo não funciona assim, é animalesco. E como é animalesco não faz sentido nenhum. Bate certo.
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