30.11.10
As tuas mãos
Dá-mas e deixa-as vir comigo. Vais começar nas mamas, que te cabem uma em cada mão, na medida certa se as puseres em concha. Aperta-mas, sem magoar, como só tu sabes fazer. Depois desces, pelo estômago, as duas ao mesmo tempo, alinhadas e tocas-me quase só com os dedos. Quando chegares à cintura afastas uma da outra e continuas a descer pelas ancas, e aqui páras e seguras-me bem. Firme. Para que te não fuja, para me penetrares fundo, e intensificas. A seguir desces ainda mais e trá-las em direcção ao centro, coloca-as no meu ventre, as duas, e então segues, para baixo, em direcção às virilhas enquanto eu me torço e contorço de prazer. Não aguento e agarro-as e puxo-te na minha direcção. quero-te mais perto, quero sentir-te o corpo todo, já não me chegam só as tuas mãos.
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