Vejo-te no ecrã e penso que te chamava um figo. Maduro e doce. Jantas, relaxado à minha frente, como se não estivesse a ver-te. T-shirt, calções e imagino que descalço. Nunca mais faças essa merda que eu fico a pensar que se estivesse aí saltava-te para o colo e desfazia-te, nem acabavas de comer e corrias sérios riscos de quinar de indigestão. Nunca mais faças essa merda. Assim ao longe és tão apetecível. Ao longe.
Sem comentários:
Enviar um comentário